quarta-feira, 30 de maio de 2018

SOMOS TODOS CORREDORES

O título desse texto é uma referência ao movimento dos caminhoneiros contra o alto preço dos combustíveis.
Difícil não perceber, pois o SOMOS TODOS CAMINHONEIROS tomou conta dos anseios de toda a população, que depende do comércio de combustíveis para manter sua rotina de trabalho, estudos e lazer.
Mais importante, ainda, é o custo de transporte no abastecimento de lojas, supermercados e fornecimento de insumos, que não é objetivo deste blog entrar no mérito.
Em relação às corridas, a tendência é que a realização dos eventos fique comprometida por conta das prioridades no uso do pouco combustível que ainda resta.



Em respeito a essas prioridades, vemos alguns organizadores alterando a programação de suas provas.
No domingo passado (27), por exemplo, aconteceria a prova do Circuito Unimed, na cidade de Brusque. O evento foi "suspenso" e a organização ainda não teve condições de divulgar uma nova data.



É fácil compreender que vários fatores devem ser levados em conta, como o cumprimento e não comprometimento da sequência de provas do circuito e as liberações necessárias, decorrentes de segurança do percurso e disponibilidade de policiamento para o dia da corrida.
Outra prova que aconteceria no mesmo dia seria a Corrida do Colégio Adventista de São Francisco do Sul. Neste caso, a organização conseguiu realocar o evento para o dia 23 de junho.



Para o próximo domingo (3) estão agendadas a Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis e a Maratona da Cidade do Rio de Janeiro.
A primeira, aqui no estado, é ponto de encontro de muitos amigos que fiz nas corridas.
Ainda não tive o prazer de participar da prova, que é conceituada como meia maratona e estreante na distância de 42 km.
Vamos torcer para o seu sucesso e consolidação no calendário das grandes corridas.
A Maratona do Rio também atrai alguns amigos aventureiros.
Gente que se programou há algum tempo para que tudo pudesse acontecer da melhor forma neste momento. Gente que tem a minha torcida para que alcancem as expectativas, ou as superem.



Assim, torcemos para a melhor resolução das questões reivindicadas pelos trabalhadores estradeiros, para que a gente possa ter dignidade na hora de se deparar com os produtos nas bancas e prateleiras, e na hora de parar o carro velho em frente às bombas de combustível.
Desanimar não pode.
Mata no peito e bola pra frente.
Abraços.