sexta-feira, 18 de março de 2016

23ª MEIA MARATONA DE JOINVILLE

"Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei, que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!"
(O que é, o que é? - Gonzaguinha)

O trecho da música que escolhi para abrir este post traduz, à minha interpretação, o sentimento de liberdade que a corrida de rua proporciona. Mas cada um escolha a música que achar melhor, de Wesley Safadão a Frank Sinatra. Sempre que você imaginar aquela melodia que mais gosta a corrida se tornará leve e agradável. Pode ser Banda Kalipso, Mastruz com Leite ou Chiclete com Banana. É batata!!!
Domingo (13) foi dia de voltar a correr, oficialmente. E, como já havia cantado a pedra aqui, resolvi iniciar o calendário pela 23ª edição da Meia Maratona de Joinville.
Correr "em casa" é ótimo, primeiro, pelo fato de não ter que acordar "com as galinhas".
Uma prova de 21 quilômetros precisa iniciar cedo, é fato. Então, não espere por uma meia maratona que vá começar oito e meia da manhã, por exemplo. Começando às sete, em pouco mais de uma hora o vencedor cruza a linha de chegada e lá pelas oito e meia ele estará pronto pra retirar o prêmio e comprar um frango com maionese para o almoço.
Mas o que eu estou dizendo?
Bebi água de enxurrada, só pode.
Enfim, levo 10 minutos, no máximo, para chegar ao Centreventos Cau Hansen num domingo qualquer antes das sete. Meia hora antes da largada e já estou no local da prova para os últimos preparativos.
Não tenho fotos do alongamento e nem do aquecimento. Por isso, vou ilustrar com fotos diversas da internet que é pra seguir uma sequência lógica.

Agora que todo mundo entendeu...
É verdade que nem todos precisam dos artifícios de ilustração para mostrar que faz a lição como tem que ser, como os colegas de assessoria da Corra Mais Km, sempre bem orientados pela treinadora Elis.


Últimos momentos antes da buzina berrar e você tem a impressão de que o GPS não vai localizar "bolunfas" de sinal. 

"Dez, nove, oito, sete"...
Tive a ideia brilhante de ser o último a largar, com a intenção de ter o caminho livre e evitar os esbarrões e atropelos das grandes corridas. 


Não é que tenha dado errado. Só não deu certo.
O desempenho, em si, foi satisfatório. Completei a prova três minutos abaixo do tempo que estimava fazer, que era o de uma hora e meia.
Na verdade, tudo transcorreu dentro dos limites da minha expectativa. Principalmente em relação à organização de prova, que foi da disponibilidade das inscrições até a entrega dos troféus no pódio.
Eu é que vacilei num episódio que achei cômico. Bobão, peguei uma garrafinha de isotônico no percurso e joguei metade no rosto, como se faz com a água pra refrescar. Não devia ter feito...

Ou devia...
Foi a partir disso que passei a ser mais "solicitado" para fotos...

"mamãe passou açúcar em mim"
Mas bonito mesmo fez o Alex. Forte e determinado nos treinos, a corrida serviu para consolidar o que já venho falando há tempo: este será o ano deste guerreiro. 

1 hora e 24 minutos bem rodados
Cada qual com o seu desafio. Como o da Fernanda na sua estreia em 21 quilômetros.
No final tive o privilégio de escoltá-la, junto com a galera do Mulheres na Pista, até o final do tapete dos fortes (Tá! Eu não fui até o final).
Grande garota!!!


Uma pausa para a foto com a parceira de Blog, também jornalista e corredora, Carolina Spricigo.


Opa! Também quero enaltecer os meus queridos e sorridentes amigos ("sorridentes" Alex).


Recuperadas as forças, o negócio é treinar.
Não tem segredo, tem dedicação.
E agora também terei um pouco de tempo pra preparar os cascos. Volto a correr no dia 10 de abril na Joinville 10K, do Circuito SC10K, da Number Esportes e 42K Assessoria Esportiva.
Vamos ver o que acontece.

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