domingo, 15 de março de 2015

22ª MEIA MARATONA DE JOINVILLE - 15/03/2015

Enfim o grande dia... Depois de ter treinado algumas vezes no percurso da prova era chegada a hora de colocar em prática toda a estratégia de corrida. Eu tinha em mente o ritmo certo para cada trecho e havia feito uma projeção de acordo com os tempos alcançados naqueles treinos. E considerando a margem de tempo que baixamos naturalmente em dia de corrida a minha matemática apontava para a marca de 1 hora e 28 minutos. Seria a minha meta pessoal, pois não havia a menor pretensão de pódio.

sábado, 14 de março de 2015

O SEU OSVALDO MIRANDA

Hoje quero reservar este espaço para homenagear um ícone das corridas de rua. Alguém que deixou a vida neste plano e partiu para um lugar mais bonito e cheio de paz.
Não posso dizer que conhecia tão bem o Seu Osvaldo Miranda, mas posso reafirmar toda a admiração que tive desde os primeiros encontros nas corridas de rua de Joinville. E assim como eu, muitos outros atletas e não atletas apreciavam as suas façanhas. Sim, porque não conheço outra pessoa que tenha corrido mais de 100 maratonas (ou conheço e não me contaram).

terça-feira, 10 de março de 2015

22/02/2015 - 4ª MEIA MARATONA RIOMAFRA ARTERIS

Iniciar o calendário de corridas com uma meia maratona já seria pretensão de minha parte... Mas se tratando da meia "Riomafra" a coisa ganhou ares de desafio. Não lembro de ter corrido outra prova com tantas subidas antes! "Ô loco meu!" - como diria o Faustão.
Outra coisa que marcou bastante nesta corrida foi a organização. Impecável. Teve até distribuição de sorvete na chegada. Claro, teve isotônico também, carbogel no percurso, água, medalha de participação (logicamente)... O corredor que cruzava a linha de chegada ganhava uma toalhinha e já saía feliz da vida. Mas quando o cabra se deparava com a barraca do sorvete logo em seguida... aí ele voltava a ser criança (risos)...

domingo, 8 de março de 2015

RESUMÃO

Não sei bem certo quando me interessei pela corrida de rua. Lembro vagamente de uns treinos desgastantes e não muito freqüentes, acho que em 2010. Éramos eu e meu irmão Juliano, a quem atribuo o meu ingresso neste universo de passadas. A primeira e única prova daquele ano aconteceria em 16 de maio. Era a segunda edição da corrida e caminhada Todos pelo Diabetes. Não me esqueço da ilusão de quando larguei forte acompanhando os corredores da elite pelos primeiros 100 metros. Eu não fazia ideia do quanto aprenderia ainda (risos). Tive que caminhar em algumas partes do caminho porque o fôlego teimava em faltar. Percebia aos poucos que não estava tão preparado quanto achava antes e que correr não se resumia a dar piques. Na verdade, eu queria que aquilo acabasse o mais rápido possível. Era o que eu queria.